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Brasil Uma visão adentro do maior ecossistema de startups da América Latina

January 20, 2017

 

 

 

Em setembro de 2012, a Forbes publicou uma chamada dizendo que o Brasil tinha se tornado “um dos países mais empreendedores do Mundo”. Naquele momento, o gigante da América do Sul estava enfrentando uma recessão global forte, com taxas de crescimento que atraia a inveja de seus companheiros de blocos de mercados emergentes.

 

Aproximadamente 14 por cento da força de trabalho Brasileira era auto empregada de alguma maneira, e pequenos negócios contavam por dois terços da criação do setor de criação de empregos numa economia diversificada que já produzia reduções recordes na pobreza e desemprego.

 

Essa era a causa de um entusiasmo tremendo, e a Formes estava longe de ser a única a perceber isso.

 

Os detalhes da queda do Brasil que marcavam fortemente tinha sido recontados muitas vezes nos últimos quatro anos. Corrupção política, mal gerenciamento fiscal, preços de commodities caindo e estagnação na China convergiram para trazer um retrocesso dramático. Da noite para o dia, o Brasil foi de um boom histórico para a maior crise econômica em décadas. Com muita atenção negativa no Brasil e muitos problemas sérios, foi fácil dar uma visão global na verdade contra intuitiva da cena germinativas das startups: uma visão global não mudou.

 

 Com mais de 200 milhões de pessoas, o Brasil ainda é o mais populoso na América Latina. Bem como o maior mercado. A penetração de internet e o uso ainda são altos – Brasil trilha a quantidade de usuário do Facebook, Twitter e YouTube dos Estados Unidos – e o país tem maus usuários móveis do que habitantes humanos. O único país falante de português, o Brasil ainda está posicionado unicamente para capitalizar o mercado regional e desprovido de competição internacional.

 

Porem os maiores impedimentos se mantêm. Quedas econômicas não fizeram em nada para diminuir os labirintos notórios gerados que a burocracia absurda do Brasil cria mesmo nos processos de certificações, transações e licenciamentos mais diretos. Taxas de juros de 14,25 por cento são  altas para os retornos em média que poderiam ser vistos nos Capitais de Risco do Vale do Silício para um portfólio, rendendo empreendedorismo sem ricos necessários para muitos investidores que pudessem, por outro lado, estarem interessados em dar suporte a negócios promissores. Leis do trabalho antiquadas e códigos tributários, estradas esburacadas e um sistema universitário ultrapassado. São alguns das barreiras existentes que os empreendedores continuam encontrando no país.

 

Mesmo assim os brasileiros são famosos por inovar contornando ineficiências, e suas próprias atitudes dizem uma história diferente que as tristes manchetes da mídia. Fundacity – uma rede de startups e investidores – descobriu que a educação e a saúde, dois dos setores mais complicados do Brasil são precisamente que são mais atraentes. Com o humor afundando para sumir no primeiro semestre de 2015, aceleradoras brasileiras, fundos de capital de risco, e redes de investimento anjo ainda investiram e pelo menos 195 startups.

 

Isso tudo combinado com investimento que somados dão quase 7 por cento do capital tomado por startups naquele semestre, que sugere que os observadores de empreendedorismo estrangeiros poderiam prestar atenção com certeza: o potencial se mantem enorme.

Muito precisa acontecer antes do potencial ser percebido, porem Juliana Vasconcelos, da Agencia de Investimento do Governo Brasileiro, APEX, pontuou que um Fórum de Investimento de Capital de Risco em Setembro Passado, “Crise cria oportunidades”. Há muito, se não mais razões para apostar na economia de startups Brasileiras agora do que havia em 2012. Quando o país estava com o crescimento mais forte.

 

A Origem da História

 

A história da cena de startups do Brasil começou antes mesmo da maioria dos vizinhos latino-americanos.

 

A TOTVS foi fundada em 1983 e tem sinto uma presença constante no ecossistema nacional desde então. Hoje fornece software para cerca de 60 por cento das empresas pequenas e médias sendo de longe a companhia de tecnologia com mais sucesso, e a 22ª marca mais valiosa. A maior companhia de software da América Latina – atualmente a companhia conta com 26.000 usuários ativos e 10.000 empregados – a TOTVS ainda se vangloria por ser a única com um time de desenvolvimento de software próprio.

 

1983 foi o ano que o governo brasileiro, ainda operando sob a gestão militar que naquela época, criou a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP). Outras iniciativas do governo para fomentar o empreendedorismo fracassaram, as a ABVCAP ainda está ativa, organizando eventos promocionais e de networking como o café da manhã anual, marcado para ser no final de setembro, a Conferência de Capital de Risco Brasileiro que será em outubro em São Paulo.

 

Foi preciso vários anos para o setor privado começar a desenvolver a sua própria presença no mercado de capital de risco. Porem em 2000, investimentos semente, consultoria Inventta, Tropos Lab e uma firma de biotecnologia se juntaram para formar o grupo Instituto de Inovação, o maior gerador de negócios de inovação no Brasil.

 

Em 2002, um cenário local se desenvolveu ao ponto do mundo externo querer se desenvolver. O Google escolheu São Paulo para ser o seu primeiro escritório na América Latina, uma decisão reivindicada no fluxo contínuo no talento que continua fluir através das portas da região. Três anos depois, a TOTVS foi ao mercado na Bolsa de Valores de São Paulo, se tornando a primeira empresa de TI a fazer uma oferta pública inicial (IPO).

 

A maior aquisição em seguida foi, em 2006, quando um conglomerado Sul-Africano comprou uma porção de 91 por cento da Buscapé, um site de comparação e compra por e-commerce. Por 374 milhões de dólares, a compra, ainda uma das maiores do país, ajudou encorajar ainda mais o mercado. Em 2009, Cassio Spina, um empreendedor, fundou a Anjos do Brasil, uma rede sem fins lucrativos dedicada a continua a tendência em crescimento. Em 2011, uma fundação de investidores de risco da Califórnia e capitais de risco eletrônicos, Redpoint, juntou 130 milhões de dólares para investir em companhias Brasileiras em estágio inicial.

 

Os brasileiros identificaram desde cedo os desafios que deviam ser resolvidos de maneira ao país se tornar o próximo líder de inovação;

 

O artigo de 2012 da Forbes levou a tona que a cena brasileira das startups parecia inclinada à maior salto. Em 2014, o app de transporte Easy Taxi juntou fundos D de 40 milhões de dólares – da Phenomen e Tengelmann, entre outras firmas de capital de risco – foi uma expansão para dentro da América Latina e Ásia. Braseados no modelo inovação chilena, a Start-Up Brasil lançou mais tarde naquele ano, com a intenção de atrair empreendedores estrangeiros para um cultura de mercado de consumidores locais. Apoiados por 78 milhões de dólares do governo, isso significou o acúmulo de momento que o Brasil estava construindo.

 

Com mais dois anos, com certeza, a maioria daquele momento já teria acabado, e a Start-Up Brasil junto com ela. Porem contra as expectativas de colapso, a cena de startups brasileiras foram impressionantes. Ano passado o Google Campus Brasil foi anunciou sua primeira seleção de startups residentes. Jogos em YouTube e Instagram para Negócios fincaram suas bandeiras no país. Um arranjo de negócios nacionais levantaram fundos impressionantes, desde o primeiro marketplace para cuidadores de animais de estimação DogHero (3,1 milhões de dólares) até a firma de software de vendas Exact Sales (1,2 milhões de dólares).

 

Texto traduzido/adaptado por Vitor Bruno Professor de inglês da Milestone English Course.

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Artigo original escrito por Conrad Egusa e David Carter disponível em: https://techcrunch.com/2017/01/19/brazil-a-look-into-latin-americas-largest-startup-ecosystem/

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