20/01/2017

Em setembro de 2012, a Forbes publicou uma chamada dizendo que o Brasil tinha se tornado “um dos países mais empreendedores do Mundo”. Naquele momento, o gigante da América do Sul estava enfrentando uma recessão global forte, com taxas de crescimento que atraia a inveja de seus companheiros de blocos de mercados emergentes.

Aproximadamente 14 por cento da força de trabalho Brasileira era auto empregada de alguma maneira, e pequenos negócios contavam por dois terços da criação do setor de criação de empregos numa economia diversificada que já produzia reduções recordes na pobreza e desemprego.

Essa era a causa de um entusiasmo tremendo, e a Formes estava longe de ser a única a perceber isso.

Os detalhes da queda do Brasil que marcavam fortemente tinha sido recontados muitas vezes nos últimos quatro anos. Corrupção política, mal gerenciamento fiscal, preços de commodities caindo e estagnação na China convergiram para trazer um retrocesso dramático. Da noite para o dia, o Brasil foi de um bo...

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